Demanda por comida de milho no São João aumenta número de empregos em Campina Grande

Demanda por comida de milho no São João aumenta número de empregos em Campina Grande
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Em uma fábrica de comidas de milho que funciona no bairro das Malvinas, em Campina Grande, o trabalho é intenso neste período do ano.

Por dia, são feitas 500 pamonhas e 300 canjicas.

Até chegar ao produto final, há um longo processo, que começa com a retirada da palha do milho.

Na máquina, as espigas são raladas e peneiradas.

O mingau que preenche a palha é uma mistura de milho, leite açúcar e outros ingredientes mais, segredos da receita da pamonheira Josineide, que abriu a fábrica junto com o marido, Joilson.

Depois de amarradas, as pamonhas seguem para o cozimento. É só esperar cerca de uma hora após a fervura e a delícia junina já está pronta.
Para dar conta da demanda, o casal de pamonheiros precisou passar de três para cinco funcionários.

A canjica também faz bastante sucesso. O pratinho é vendido por R$ 3, mesmo preço da pamonha.

As guloseimas são para revenda, mas também podem ser compradas direto na fábrica.

Em outro estabelecimento, a pamonha e a canjica são muito procuradas, mas é a variedade de bolos típicos o que chama a atenção.

Tem até um que se chama mandiopé, uma mistura de mandioca com pé de moleque, duas tradições do São João.

Dona Margareth chega a vender mais de mil bolos no mês de junho.

Para atender a tantas encomendas, ela contratou mais cinco funcionários. Agora são 10 pessoas trabalhando na produção.

*Notícia veiculada pela TV Itararé.

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